Praças e Fontes de Roma

Duração 3 horas.
Fones de ouvido obrigatório para grupos de mais 14 pessoas.
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Praça do “Popolo” – Praça de Espanha – “Fontana de Trevi”

A visita guiada das praças e fontes de Roma acontece ao longo de praças, ruas e bicos de “Campo Marzio” que era antigamente a mais ampla planície de Roma. A Rua Flaminia, realizada em 220 AC era o eixo principal Norte-Sul e no trecho urbano mudava o nome em rua “Lata” correspondente à atual rua do “Corso”. O Itinerário começa por Praça do “Popolo” sendo o início da rua consular rumo a cidade de Rimini. Estamos no ponto de partida do “Tridente” que representa a primeira e mais importante intervenção urbanística realizada no Renascimento, que se tornou padrão no urbanismo barroco europeu.
As três ruas que partem do obelisco no centro da praça indicavam aos peregrinos procedentes do Norte as trés principais direções de visita: rumo “Santa Maria Maggiore”, “San Giovanni”, “San Pietro”. A descrição da praça será muito aprofundada por ter ricos testemunhos artísticos e pela importância histórica e urbanística.
Prosseguiremos a visita andando pela rua do “Babbuino” e chegaremos à Praça de Espanha, elegante e sugestiva, onde encontraremos a preciosa e cenográfica escadaria de “Trinitá dei Monti”, uma das visões urbanas mais célebres do mundo. No centro da praça tem a fonte da “Barcaccia” uma das primeiras obras do jovem Gianlorenzo Bernini.


Piazza di Spagna Roma


Logo depois visitaremos a praça “Mignanelli” onde fica o edifício do século XVII ocupado pela embaixada da Espanha. No centro da praça veremos a coluna da Imaculada que leva em cima a estátua da Virgem reverenciada pelos romanos na festa do dia 8 de dezembro. Atravessaremos a rua do “Tritone” para chegarmos à “Fontana di Trevi”. Esta é a fonte mais cenográfica do mundo obra prima por Nicola Salvi no século XVII. Leva as águas do aqueduto romano da água Virgem. O visitante que deseja voltar para Roma tem que se colocar de costas e jogar uma moeda na concha da fonte.


Fontana Trevi Roma



Praça “Colonna” – Praça “Navona“ – “Fontana dei Fiumi”

Deixaremos Praça de Trevi e passaremos pela elegante galeria Liberty dedicada ao ator Alberto Sordi, até chegarmos à Praça Coluna. Na Antiga Roma era o lugar onde os corpos dos imperadores eram cremados e onde erguiam-se colunas honoríficas para exaltar a imagem imperial. A coluna de Marco Aurelio, que dá o nome à praça, fica no centro e testemunha as batalhas do imperador. Praça Coluna e a adjacente Praça “Montecitorio” desde 1870 se tornaram lugares do poder, nos antigos palácios Chigi e Montecitorio residem hoje o Governo e o Parlamento da República Italiana. Logo atrás fica a pequena Praça de Pedra em parte ocupada pela imponente fachada lateral do Templo de Adriano. Andaremos pela animada rua dos “Pastini” rumo Praça da “Rotonda”.
Os romanos assim chamavam o Pantheon por ser a forma dele e da cúpula perfeitamente redonda. Este monumento é o melhor preservado entre os da antiguidade pois se tornou igreja (Santa Maria ad Martyres) no início do século VII DC. Obra prima do imperador Adriano ficou sacrário da arte e sepulcro de célebres personagens (entre outros Raffaello, Rei Vittorio Emanuele II, Rei Umberto I Rainha Margherita di Savoia).
Prosseguiremos o caminho passando pela rua onde fica a Igreja de São Luiz dos Franceses (que guarda as maravilhosas pinturas da História de São Mateus por Caravaggio) e depois ladeando o Palácio “Madama” (sede do Senado da República) chegaremos à Praça “Navona”. Na época Romana aqui ficava o Estádio de Domiziano, e no século XVII a praça virou quase uma sala de reuniões para a família Pamphili, dona do Palácio hoje sede da Embaixada do Brasil. Na praça, entre os importantes monumentos têm trés fontes. A de centro é a “Fontana dei Fiumi”, uma das mais belas e sugestivas de Roma, obra prima de Gianlorenzo Bernini.


Piazza Navona Roma


Bem perto da praça encontramos a estátua de “Pasquino” chamada de estátua falante pois o povo romano desde o século XVI prega nela bilhetes em versos levando queixas e comentários sobre o governo.

“Campo de’ Fiori” e Praça Farnese

Para chegarmos nas últimas duas praças de nossa visita, teremos que atravessar o “Corso Vittorio Emanuele”, pois do outro lado têm as praças “Campo de’ Fiori” e Farnese. Campo de’ Fiori era na origem uma área verde, nos séculos XV e XVI virou lugar de reuniões, tinham pousadas para os peregrinos indo ao São Pietro ef também aconteciam execuções, aqui em 1600 foi queimado Giordano Bruno. Agora cada manhã na praça tem um célebre e animado mercado alimentar conhecido pela variedade da mercadoria. A visita vai se concluir na praça Farnese onde fica o Palácio Farnese, importante edifício do renascimento que hoje abriga a Embaixada de França. Neste palácio trabalharam muitos entre os melhores arquitetos e artistas da época, como Antonio da Sangallo, o jovem Michelangelo, Vignola, Giacomo della Porta e Annibale Carracci.