Colosseo, Foro Romano e Morro Palatino

Duração 4 horas.
Fones de ouvido obrigatório para grupos de mais 14 pessoas.
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ANFITEATRO FLÁVIO ou COLOSSEO

Começaremos visitando o Anfiteatro Flávio, conhecido como Colosseo, (Coliseu), declarado patrimônio da Unesco desde 1980, um dos mais importantes símbolos de Roma. As obras de construção do Colosseo iniciaram em 72 DC. encomendados pelos imperadores Vespasiano, Tito e Domiciano da dinastia Flávia que deu o nome ao anfiteatro. O apelido Colosseo veio da estátua colossal (o próprio Colosso) do imperador Nerone que, posta na origem no átrio da residência dele (a”Domus Aurea”) ,foi colocada bem na frente do Anfiteatro pelo imperador Adriano quando encomendou a construção do Templo de Vénus e Roma. O Colosseo foi inaugurado em 80 DC. com espetáculos públicos e fastosas celebrações ao longo de três meses. As obras porém continuaram por cerca de dez anos até Domiciano as completar (81-96 DC).


colosseo


No Colosseo tinham espetáculos magníficos oferecidos ao povo pelo imperador: caça com feras trazidas a Roma de todos os lugares e até de fora dos limites do império, execuções e combates entre os gladiadores. Durante a visita observaremos os vários níveis do anfiteatro e a as transformações que ocorreram ao longo dos séculos.

MORRO PALATINO

Depois de pararmos na frente do majestoso “Arco de Costantino”(315 DC) prosseguiremos rumo à colina chamada “Monte Palatino” o mais importante entre as sete colinas de Roma. A Lenda narra que Romolo em 753 AC fundou a cidade neste morro devido à posição estratégica. Desde então todos os imperadores romanos, começando por Ottaviano Augusto, construíram aqui as magníficas e imponentes residências imperiais. Por isso do nome latino do morro “Palatium” deriva a palavra Palácio, usada em muitas línguas neolatinas e germânicas. Visitaremos os imponentes vestígios da residência de Domiciano realizada pelo arquiteto Rabirio: o “Estádio” usado como jardim ou lugar para espetáculos tendo camarote imperial – a “Domus Augustana” parte residencial particular do imperador organizada em dois níveis cujos terraços tinham vista para o “Circo Massimo” – a “Domus Flavia” parte pública dividida em três espaços: a “coenatio Iovis” grande sala aquecida para banquetes, o “peristilio” ampla corte com pórticos e uma fonte central em forma de labirinto – a “Aula Regia” enorme sala de audiências medindo mais de trinta metros de altura.
Prosseguiremos observando os testemunhos da época do Renascimento e da Idade Média, entre eles a igreja de São Sebastião construída no lugar do martírio dele e a igreja de São Bonaventura, seu convento e os “Orti Farnesiani” postos no Palatino quando o morro foi adquirido pela Família Farnese. Para afirmar o poder da família os Farnese edificaram sua residência em cima do Palácio Imperial que dominava o Foro Romano. O próprio Foro Romano, centro politico, religioso econômico e simbólico da cidade antiga, será a sessão terminal da visita.

FORO ROMANO

A palavra “Foro” significa “fora dos lugares de residências”, pois ficava num vale paludoso e insalubre pela muitas inundações do rio Tevere, por isso foi colocado no lugar um arrecadador, a “Cloaca Massima” encomendado pelo rei Tarquinio Prisco. O vale foi saneado e ao longo do tempo foi transformado no centro da vida pública de Roma Republicana e Imperial.


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Visitaremos os lugares do poder: o “Comizio” a Curia e os “Rostra” onde o povo e o senado se reuniam e onde se recebiam as delegações estrangeiras. Veremos os lugares dos poder judiciário e econômico, a basílica Emília. a basílica Giulia e a enorme basílica de Massenzio onde os magistrados administravam a justiça e onde aconteciam as transações econômicas. Observaremos depois os lugares do poder religioso: o Santuário do “Lapis niger”, os templos de Saturno, de Vespasiano e Tito, da Concordia, do Divo Giulio, dos Castore, das Vestali, de Antonino e Faustina, de Romolo, de Vénus e Roma. Andaremos pela “Via Sacra” a rua mais importante do Foro onde desfilavam os espetaculares cortejos triunfais celebrando os generais vitoriosos. Apreciaremos os relevos esculpidos do “Arco de Tito” e “Settimio Severo”. Terminaremos a visita na área central do Foro onde fica o monumento mais recente (608 DC) a “Colonna di Foca” encomendada pelo papa Bonifacio IV para agradecer o imperador Foca pela doação do Pantheon.